Ajudamos empresários a tomarem decisões financeiras e tributárias melhores, especialmente em momentos de mudança de regras, crescimento ou reorganização patrimonial.
Desde 2018, acompanho pessoas que precisam decidir antes de executar:
quando crescer, quando reorganizar, quando proteger e quando estruturar o patrimônio com mais eficiência e menos risco.
Na AMAJAM, partimos de um princípio simples:
clareza vem antes da ação.
Atuo há mais de 8 anos no setor financeiro e imobiliário, integrando planejamento financeiro, contabilidade e estruturação patrimonial para que as decisões façam sentido no curto, médio e longo prazo — agora, inclusive, em um novo cenário tributário.
Por isso, todo trabalho começa com um diagnóstico estratégico: entender onde você está hoje para decidir com segurança os próximos passos.
Formação e certificações:
CEA (ANBIMA), CA-300, PCA-10, FBB-100.
Graduações em Administração e Relações Internacionais.
Pós-graduação em Reforma Tributária e Prática Fiscal.
A reforma muda regras, lógica de tributação e impactos no caixa.
Não é apenas “pagar mais ou menos imposto”, mas decidir diferente: como faturar, distribuir lucros, estruturar empresas e proteger patrimônio.
O diagnóstico existe justamente para identificar o que muda no seu caso específico.
Para empresários que:
já têm empresa (ou mais de uma),
já faturam,
sentem que estão decidindo “no escuro”,
querem crescer, reorganizar ou proteger patrimônio sem cometer erros caros.
Se você já paga imposto, já tem risco e já toma decisões, o diagnóstico é para você.
O diagnóstico é dividido em 2 encontros:
Entendemos sua realidade financeira, tributária e patrimonial (empresa e pessoa física).
Apresentamos caminhos possíveis, riscos, oportunidades e o que faz ou não sentido agora.
Não é venda de produto.
É clareza para decidir com consciência.
Não.
O diagnóstico é independente.
A partir dele, você pode:
seguir sozinho,
contratar apenas contabilidade,
avançar para acompanhamento estratégico,
ou estruturar soluções mais profundas (como holding, reorganização societária, proteção patrimonial).
A decisão continua sendo sua.
Não.
Mas também não é para quem ainda não tem decisões relevantes para tomar.
Atendemos empresários em crescimento que querem:
parar de reagir,
entender impactos antes de agir,
estruturar hoje para não corrigir caro amanhã.
Holding e estruturas mais complexas são consequência, não ponto de partida.
Sim, quando faz sentido dentro da estratégia.
A parte operacional existe para servir a decisão, não o contrário.
Nosso foco é garantir que a estrutura acompanhe o crescimento — e não vire um risco oculto.